Trailer | Viajarte–Além dos Palcos e mais além


Imagine um espetáculo que reúna belíssimas poesias interpretadas de forma teatral. Teatro na dose certa, misturado com música. Música da boa, pra ninguém ficar parado: ciranda, maracatu, afoxé, reggae, frevo, baião, samba, coco, xote e outros ritmos brasileiros com pitadas do temperinho da Índia, Jamaica, Mali, Colômbia, Senegal e outros lugares do mundo. Some isso ao universo lírico do cordel e a uma trupe completa de circenses: malabaristas, acrobatas, palhaços, pirofagistas e equilibristas. Ah! Tem mais: figurino, cenário, luz, dança. Bata os ingredientes no liquidificador com muitas brincadeiras para deixar qualquer público fascinado. Despeje o conteúdo em uma mala bem grande de viagem. Esse é o VIAJARTE!

Viajarte

VIAJARTE é um espetáculo itinerante que retrata a beleza da poesia, do circo, da música brasileira, das artes cênicas e plásticas de forma simples com linguagem original. Estreando com grande estilo, a primeira apresentação do espetáculo foi no teatro do SESC Avenida – Parnaíba – PI, em março de 2010, abrindo a “Semana da Mostra de Teatro e Circo. O Espetáculo em tão pouco tempo de existência já passou pelo nordeste, sudeste, sul e mais recentemente pelo centro-oeste brasileiro. Não foram poucas as matérias e entrevistas no rádio, televisão, sites e jornais, além de prêmios no Espírito Santo e no interior de São Paulo. Apresentado em grandes festivais como a Virada Cultural Paulista, o XI Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, entre outros, além de dividir o palco com ninguém menos que Jair Rodrigues, Décio Marques, entre outros.

Viajarte - Arco IrisCom integrantes de 5 estados brasileiros, com constante participações de artistas de outros países, o Viajarte também tem grande ação fora dos palcos, seja com intervenções em ruas, praças, e feiras livres, seja com artes plásticas transformando lugares abandonados em galerias de arte, seja em ocupações artísticas ou em oficinas junto a comunidade.

Agora o Viajarte se prepara para o lançamento de seu primeiro DVD, confira o TRAILER do documentário “Além dos palcos, e mais além” sobre o movimento “VIAJARTE”.

O Sucateamento das Ferrovias Brasileiras


Chega a ser irônico (ou seria revoltante?), o jeito que nós brasileiros somos tratados por nossos governantes, pois para eles, somos apenas reles ignorantes com o único dever de alimentar as infindáveis receitas de impostos, trabalhando arduamente para tal finalidade, tendo um tempinho de descanso ao fim de semana e um período de férias ao findar de árduo ano de trabalho.

Tanto confiam em nossa ignorância que criam mecanismos fraudulentos em prol do “progresso” sempre retrógrado, como o que o que ocorrera com o abandono pré-meditado das ferrovias brasileiras, onde foram investidos milhões em verbas publicas para posteriormente, a contra-gosto de algum governante, essas ferrovias fossem simplesmente abandonadas, dando vez a uma nova ordem de “progresso” o Rodoviário, que hoje encontra-se completamente saturado e que na época (década 60) fora introduzido na mente de nossa população, como a solução permanente das necessidades logísticas brasileiras. Digo introduzido na mente da população, pelo fato de a história ter sido completamente distorcida pelos governantes da época e assim como fazem hoje em dia, partilhada através das controladas mídias existentes, que são assistidas e entendidas como verdadeiras, pela maioria dos ignorantes brasileiros.

Aqui em Curitiba, para maquiar o abandono das ferrovias e dar espaço ao dito “progresso”, na antiga estação ferroviária, foi construído um empreendimento multiuso, o Shopping Estação e dentro dele, um museu que guarda um pouco deste importante marco em nossa história.

 

Mas tudo em nome do “progresso” não é mesmo?

Pobre ilusão criada pelo capitalismo!

Shopping Estação

 

A seguir uma matérias de Anderson Nascimento com trechos de Plínio Corrêa de Oliveira, retirado da CFW SUL DE MINAS, do dia 05/01/2013, que da maior ênfase ao total descaso as ferrovias brasileiras, hoje tidas como solução futura para nossa logística.

 

locomotiva lixoAssistindo a um vídeo de 1962, do Ministério da Educação e Cultura que através do Instituto Nacional de Cinema Educativo nos apresentou esta produção tão “singela” e curiosa cujo título: “Condenados pelo Progresso” nos é bastante peculiar quando o assunto é ferrovia, aliás, o vídeo, apesar de antigo, provavelmente foi bastante utilizado até os anos 90. Com tomadas de uma localidade isolada, tenta convencer seu público alvo do abandono ferroviário consciente e realizado para melhorar a vida da população, realmente curioso. Não menos traumático, é a narrativa que vem “explicar” o tal abandono consciente.

Com um título tão sem sentido e coerência quanto o que sustenta o pavilhão nacional, o vídeo foi criado, idealizado, encomendado, forjado e esculpido (ou será cuspido?) a mais de cinco décadas, provavelmente, imagino, pelos pais daqueles que no meio da década de noventa terminaram por destruir por completo a RFFSA. É claro que tudo em favor do PROGRESSO tão “perseguido” por estas terras. Não é difícil imaginar que a baixa qualidade das informações e o modo simplificado da apresentação dos fatos relatados na produção, não levou em conta, que em algum momento, qualquer um que viesse a assistir tal vídeo pudesse ter a capacidade de percepção / entendimento de que tudo foi feito para induzir a opinião. Absolutamente!

Na verdade, tinham a absoluta certeza que os cidadãos desse país, infelizmente, em sua maioria, idiotizados e incapazes de criticar coisa alguma, mesmo sendo algo tão explicitamente medíocre, passariam a acreditar e tomar o relato como verdade. Não é preciso ser perito em transportes, logística ou qualquer outra coisa para perceber que o vídeo em questão está desenhado para induzir a opinião alheia, o que convenhamos não é muito difícil pelo nosso país afora e até mesmo pelo mundo. Atualmente, vivemos a era da informação, tudo em tempo real, no entanto, a quantidade de informação é tão grande que muitos, a maioria, não as interpreta, analisa ou reflete, entretanto, tira conclusões! Erro fatal. A informação é como uma refeição, deve ser “cheirada”, “provada”, “mastigada” (várias vezes), “digerida”, para só depois ser “absorvida”. Porém, para a tristeza dessa nação, quase ninguém mais faz isso, deve ser um efeito colateral do tal progresso.

Atualmente, alguns de nós, sabemos que abdicar das ferrovias foi um equívoco que trouxe um atraso histórico a este país em desenvolvimento, pelo menos dizem que está se desenvolvendo, e este é um ponto crucial, apenas alguns sabem e apenas alguns lutam por isso. A sensação do caótico nos assalta a cada passo da vida cotidiana. Corriqueiramente vemos pessoas cujo procedimento de hoje está em completa e absoluta contradição com o de ontem, e certamente se tornará contraditório com o de amanhã. Indivíduos, em uma mesma frase, apresentam convicções que a lógica aponta como incompatíveis uma com a outra. É raríssimo encontrarmos pessoas que, ao longo de tudo quanto pensam, dizem e fazem, se manifestam coerentes com alguns tantos princípios fundamentais. Apreciando tal quadro, tais indivíduos podem ser divididos em três grupos principais:

a) Uns – os menos numerosos – compreendem, admiram e aplaudem a coerência. Por isto, estigmatizam o ilogismo ambiente e lhe imputam os piores frutos presentes e futuros;

b) Outros fecham os olhos para o fato e, quando este lhes entra pelos olhos adentro, procuram justifica-lo: a contradição seria, segundo eles, a ruptura necessária do equilíbrio ideológico de outras eras, o efeito típico do tumultuar fecundo das épocas de transição; por isto, ela não produz desastres senão na epiderme da realidade, e tem de ser vista, em última análise, com benigna e sorridente indulgência. O grupo de indivíduos que pensa deste modo já foi maior, mas com os acontecimentos decorrentes de tal comportamento, vão rareando os que conseguem sustentar a despreocupação risonha e benigna de outrora;

c) Nosso terceiro grupo, é também o mais numeroso, são aqueles indivíduos que suspiram diante da contradição caótica de nossos dias, aturdem-se… mas não passam disso. Mudar de posição lhes parece impossível. Pois se a contradição os assusta, por outro lado, implicam, do mais fundo de sua alma, com a coerência. Eles gostariam de prolongar, contra ventos e marés, seu mundo agonizante que resulta do “equilíbrio” de ideias contraditórias, as quais se “moderam” umas às outras em amável coexistência. E como, para esse grupo, as ideias são feitas para pairar no ar, sem relação com a realidade, não há, segundo eles, o menor risco de que esse “equilíbrio” de contradições venha a se romper algum dia com prejuízo para a pacata e boa ordenação dos fatos. Este grupo vive sobre constante terror: de um lado, o caos que lhe entra como um tufão pela casa e pela vida adentro, e de outro lado uma coerência que lhe parece correta no plano da lógica, mas espetada, desalmada, e numa palavra, desumana. Estarrecidos, diante da opção, os indivíduos deste grupo param. E ficam a suspirar, de braços cruzados, na espera obstinada de alguma coisa que faça cessar o caos, sem que se tenha que implantar o reinado da coerência.

Para concluir, produções como esta são construídas em escala quase industrial para todas as áreas e situações, basicamente, para os indivíduos do terceiro grupo. Nosso caos ferroviário é um exemplo clássico da inércia de indivíduos incapazes de sair de sua “zona de conforto” para, pelo menos, questionar as atitudes e os atos que foram cometidos contra um patrimônio que era de todos. Hoje carregamos o fardo do abandono às ferrovias que pôs em xeque todos aqueles que levantaram a bandeira da destruição das mesmas, mas ainda convivemos com a mais completa omissão de uma sociedade incapaz de observar os prejuízos que a cerca.

Texto:

 

Diabolô.ca Collaboration–Vídeo 2012


Vídeo colaborativo de mais de 46 praticantes de Diabolô de vários cantos do mundo, feito pelo Malabarize-se.

Diabolo

Surpreenda-se com os movimentos/manobras que existem mundo afora.

Pastores Empreendedores!


Não estou aqui para falar mau de igrejas e muito menos de Deus, gostaria apenas de tentar abrir os olhos dos fieis seguidores que “investem” dinheiro em terrenos no paraíso…

Essa matéria se resume apenas a uma pergunta:

Como é feito o repasse a Deus, das verbas recebidas pelos fieis de sua igreja em louvadas cerimonias de aclamação financeira por vosso pastor, padre, bispo, guru, ou seja lá o titulo dado a senhoria máxima de sua religião?

 

O que eu vejo, é apenas um enriquecimento inescrupuloso.

Os pastores mais ricos do Brasil

“Jesus olhou para ele e o amou. “Falta uma coisa para você”, disse ele. “Vá, venda tudo o que você possui e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me.” Marcos 10:21.

 

Chega a ser irônico, já que eles (pastores) ao invés de doarem seu dinheiro aos pobres, já que possuem fortunas infindáveis, somente o recebem de pobres e fieis seguidores.

Fique esperto, talvez estejas seguindo um pastor que está te levando suas ovelhas para um abatedouro sem volta e ainda mais sujo do que pensas…

 

Mas o pior a meu ver, é o uso/mau uso que estes senhores fazem dos textos bíblicos, pois se utilizam da plena ignorância do publico em não compreender as linhas ditas do livro sagrado.

Acredito que eles fazem isso com total consciência de que a Bíblia é um dos livros mais difíceis de ser interpretado em seu real sentido e também sabendo que a maioria de seus fieis possui uma baixa escolaridade, pois para compreende-lá (a Bíblia), o leitor deve estar livre de certezas impostas em sua mente e ter a ciência de que tudo que ali esta escrito, fora citado por pessoas, que assim como nós, poderiam estar erradas em seus pontos de vista, já que os texto foram escritos em formas diferentes… Ou não é por isso que existe o Velho e o Novo testamento?

 

 

A seguir um vídeo do Cauê Moura, em sua página Desce a Letra, que coloca tudo em miúdos e sem “mimi”, os pontos altos (ou seriam baixos?) do Mechado da Fé.

A Servidão Moderna


A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários.

Marionetes do sistema    O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de atacar de frente a organização dominante do mundo.
    No imenso campo de batalha da guerra civil mundial, a linguagem constitui uma de nossas armas. Trata-se de chamar as coisas por seus nomes e revelar a essência escondida destas realidades por meio da maneira como são chamadas.  A democracia liberal, por exemplo, é um mito já que a organização dominante do mundo não tem nada de democrático nem de liberal. Então, é urgente substituir o mito de democracia liberal por sua realidade concreta de sistema totalitário mercante e de expandir esta nova expressão como uma linha de pólvora pronta para incendiar as mentes revelando a natureza profunda da dominação presente.
    Alguns esperarão encontrar aqui soluções ou respostas feitas, tipo um pequeno manual de “como fazer uma revolução?” Esse não é o propósito deste filme. Melhor dizendo, trata-se mais exatamente de uma crítica da sociedade que devemos combater. Este filme é antes de tudo um instrumento militante cujo objetivo é fazer com que um número grande de pessoas se questionem e difundam a crítica por todos os lados e sobretudo onde ela não tem acesso. Devemos construir juntos e por em prática as soluções e os elementos do programa. Não precisamos de um guru que venha explicar à nós como devemos agir: a liberdade de ação deve ser nossa característica principal. Aqueles que desejam permanecer escravos estão esperando o messias ou a obra que bastando seguir-la  ao pé da letra, libertam-se. Já vimos muitas destas obras ou destes homens em toda a história do século XX que se propuseram constituir a vanguarda revolucionária e conduzir o proletariado rumo a liberação de sua condição. Os resultados deste pesadelo falam por si mesmos.
      As referências que inspiraram esta obra e mais propriamente dita, minha vida, estão explicitas neste filme: Diógenes de Sinope, Etienne de La Boétie, Karl Marx e Guy Debord. Não as escondo e nem pretendo haver descoberto a pólvora. A mim, reconhecerão apenas o mérito de haver sabido utilizar estas referências para meu próprio  esclarecimento. Quanto àqueles que dirão que esta obra não é suficientemente revolucionária, mas bastante radical ou melhor pessimista, lhes convido a propor sua própria visão do mundo no qual vivemos. Quanto mais numerosos em  divulgar estas ideias, mais rapidamente surgirá a possibilidade de uma mudança radical.
    A crise econômica, social e política revelou o fracasso patente do sistema totalitário mercante. Uma brecha surgiu. Trata-se agora de penetrar mas de maneira estratégica. Porém, temos que agir rápido pois o poder, perfeitamente informado sobre o estado de radicalização das contestações, prepara um ataque preventivo sem precedentes. A urgência dos tempos nos impõe a unidade em vez da divisão pois o quê nos une é mais profundo do quê o que nos separa. É muito fácil criticar o quê fazem as organizações, as pessoas ou os diferentes grupos, todos nós reclamamos uma revolução social. Mas na realidade, estas críticas são provenientes do imobilismo que tenta convencer-nos de que nada é possível.
    Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.
    O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.
    Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta.

Jean-François Brient e Victor León Fuentes

 

Fonte: http://www.delaservitudemoderne.org/index.html

 

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